Fotos de filófosos sempre são de perfil. Ainda tem aquele olhar distante, vago, aquela boca sem sorrisos, mostrando uma infelicidade longe, um trauma de infância, uma frustração amorosa. Um pouco de Kant, de Nietzsche, de Freud. De Durkheim, Weber e Marx. E você sempre se pergunta: como ele conseguiu pensar naquilo? Como as relações sociais podiam ser tão claras naquele momento histórico? O quê? Por que? Eles nunca olham para a câmera.
Ah, aquela foto de perfil.


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